Implantação

Três formas de implantar a conferência

O pipeline de validação e conciliação é o mesmo. Muda só como os dados entram: manual por arquivos, leitura do ERP ou envio por API. Use esta página para estimar o esforço da sua equipe.

Não há conector nativo SAP/TOTVS nesta fase. O modo ERP é conexão somente leitura; a API é o contrato inbound do Conferelog — o seu middleware (ou o do parceiro) envia os lotes.

Disponível

Manual por arquivos

Upload na interface

Para quem

Equipes que já exportam planilhas ou XML do ERP/WMS e querem validar o piloto sem fila de TI.

Quando escolher

Começo recomendado: homologar layouts, de-para e regras antes de automatizar a entrada.

Pré-requisitos

  • Operação logística ou fiscal com acesso às exportações de pedido, NF-e, recebimento e frete.
  • Alguém para cadastrar usuários, tolerâncias e de-para de SKU no tenant.
  • Modelos homologados (CSV/planilha) ou XML de NF-e válidos.

Processo de implantação

  1. Criar a empresa e ativar usuários (gestor + operadores).
  2. Baixar os modelos públicos e mapear colunas às exportações atuais.
  3. Cadastrar fornecedores, produtos e de-para essenciais.
  4. Importar o primeiro lote pela tela de Importações e revisar erros de validação.
  5. Rodar a conciliação, tratar divergências e ajustar tolerâncias.
  6. Repetir o ciclo com a operação até estabilizar o layout.

Esforço típico da equipe

Papéis
Operação (principal) · Gestor do tenant · TI só se precisar de exportação/relatório no ERP.
Ordem de grandeza
1 a 3 dias úteis para o primeiro ciclo útil; 1 a 2 semanas para rotina estabilizada.
Operação contínua
Operador sobe arquivos nos ciclos acordados (diário/semanal) e trata a inbox de divergências.

Limites: Depende de disciplina de exportação. Volume alto ou muitos layouts diferentes aumenta o esforço operacional.

Em implantação

Lendo dados do ERP

Banco somente leitura

Para quem

Empresas com ERP/WMS em MySQL (ou view/réplica) e TI disponível para liberar acesso read-only.

Quando escolher

Quando o upload manual já validou o negócio e a operação quer reduzir trabalho repetitivo de exportar arquivos.

Pré-requisitos

  • Host, database e usuário MySQL com privilégio somente SELECT (preferencialmente view ou réplica).
  • Query SELECT que devolva as colunas alinhadas ao tipo alvo (pedidos, NF, recebimentos ou fretes).
  • TI + operação alinhados no mapeamento campo a campo.
  • Rede/firewall permitindo a conexão de saída do ambiente Conferelog até o banco (ou túnel acordado).

Processo de implantação

  1. Concluir um piloto por arquivos para fechar de-para e regras.
  2. Definir views ou queries read-only por tipo de documento.
  3. Cadastrar o conector em Empresa → Implantação (host, credenciais, query, tipo).
  4. Testar a conexão e validar amostra de linhas.
  5. Homologar o mapeamento com um lote de comparação paralelo ao upload.
  6. Ativar a rotina de sync quando o produto disponibilizar o agendamento (em evolução).

Esforço típico da equipe

Papéis
TI (acesso e query) · Operação (validação do negócio) · Gestor do tenant.
Ordem de grandeza
1 a 2 sprints típicos (acesso + mapeamento + homologação), após o piloto por arquivos.
Operação contínua
TI mantém views estáveis; operação acompanha falhas de sync e divergências. Sem escrita no ERP.

Limites: MVP focado em MySQL. PostgreSQL/SQL Server e sync automático contínuo estão em evolução. Não substitui conector oficial do fabricante do ERP.

Disponível (MVP)

Por API

Endpoint inbound do Conferelog

Para quem

Times com middleware, iPaaS ou parceiro de integração capazes de POST multipart/raw com token.

Quando escolher

Quando já existe (ou fará) um pipeline que produz lotes nos formatos homologados e precisa automatizar o envio.

Pré-requisitos

  • Desenvolvedor ou integrador para autenticar com Bearer token e enviar `tipo` + arquivo.
  • Gestor do tenant para gerar/rotacionar o token em Empresa → Implantação.
  • Mesmos layouts homologados do modo manual (a API reutiliza o pipeline de importação).
  • Tratamento de resposta (lote criado, erros de validação) no lado do cliente.

Processo de implantação

  1. Homologar layouts com upload manual (reduz retrabalho na integração).
  2. Gerar o token de API no tenant e guardar com segurança (exibido uma vez).
  3. Implementar o cliente: `POST /api/v1/ingest` com Authorization Bearer e tipo do lote.
  4. Enviar um lote de teste e conferir o resumo (válidos/inválidos) e a tela de Importações.
  5. Tratar retries, checksums e alertas de falha no middleware.
  6. Colocar em produção e monitorar execuções de ingestão.

Esforço típico da equipe

Papéis
Integração/TI (principal) · Operação (homologação) · Gestor (token e permissões).
Ordem de grandeza
1 a 3 sprints conforme maturidade do middleware e número de tipos de arquivo.
Operação contínua
Integração mantém o job; operação trata divergências. SFTP fica para etapa seguinte.

Limites: É o contrato inbound do Conferelog — não é integração nativa SAP/TOTVS/Protheus. CT-e e formatos extras seguem o roadmap do produto.

Perguntas frequentes

Comece pelo manual por arquivos: valida layouts, de-para e regras com menor dependência de TI. Depois evolua para leitura do ERP ou API se o volume justificar.

Não. O conector é somente leitura (SELECT). Credenciais ficam cifradas no tenant; a escrita ocorre apenas no Conferelog.

Não. A API recebe lotes no contrato do Conferelog. Seu time ou parceiro monta o extrator/middleware a partir do ERP, planilha ou outro sistema.

Próximo passo

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